Classico do Triangulo Mineiro



O maior clássico do interior de Minas Gerais volta acontecer no ano de 2019 na ultima rodada do campeonato mineiro do módulo 2 (equivalente ao segundo nível estadual) marcado para dia 20 de abril no estádio Parque do Sabiá, será o 88* embate entre as equipes do Triangulo Mineiro.

Rivalidade entre as duas maiores cidades da região vem de antes da emancipação de Uberlândia que era distrito de Uberaba, dês de então a disputa política, comercial, cultural e esportiva entre as cidades vizinhas para ter o posto de maior e mais importante cidade do oeste do estado. E isso refletiu na rivalidade das mais antigas e tradicionais equipes esportivas das cidades com nomes homônimos.

O clássico USC x UEC já aconteceu em três divisões nacionais diferentes. Na elite do futebol brasileiro por três vezes no final da década de 1970, uma vitoria pra cada lado e um empate. E se encontraram novamente nas Series C e D quando ambas eram a ultima divisão nacional, e outros tantos embates memoráveis nas duas primeiras divisões do campeonato mineiro e da Taça Minas.

Final Taça Minas Gerais 2010: Primeira final de titulo profissional entre os dois clubes. Primeira partida disputada no Uberabão ficou 1x0 para os mandantes, na volta no Parque do Sabiá repetiu-se o placar e com agregado de 2x0 o Uberaba Sport se torna tricampeão da Taça Minas na casa do maior rival.

Os números do confronto são: 31 vitorias do Uberaba, 30 vitorias do Uberlândia e 26 empates.

O clássico do triangulo teve como casa principal antes das décadas de 1970 e 1980 os Estádio Juca Ribeiro em Uberlândia e o Estádio Boulanger Pucci em Uberaba, ate a construção dos grandes estádios nas cidades, influenciado pelo governo do regime militar que incentivaram esse tipo de construção por todo pais.

Estádio Municipal Engenheiro João Guido (Uberabao) construído durante a década de 1970 para mais de 20 mil espectadores se tornou casa do Uberaba Sport e outros times da cidade. Incentivados pela rivalidade das cidades, logo no inicio da década de 1980 e inaugurado o Estádio Municipal João Havelange no Complexo do Parque do Sabiá, que mais tarde retiraria o nome do ex-presidente da FIFA pelas polemicas envolvendo seu nome, o maior estádio do interior do Brasil e segundo maior do estado com capacidade para mais de 50 mil espectadores.
 


Uberaba Sport Club (15/07/1917)

Tricampeão da Taça Minas Gerais 1980, 2009 e 2010.

Pentacampeão do Interior 1966, 1973, 1980, 1981 e 1982.

Campeão do Módulo 2 2003

Campeão da Segunda Divisão 2015

Campeão do Torneio Acesso 1986

Uberlândia Esporte Clube (01/11/1922)

Campeão Brasileiro Serie B 1984

Campeão da Taca Minas Gerais 2003

Pentacampeão do Interior 1968, 1970, 1979, 1983 e 1986.

Bicampeão do Módulo 2 1999 e 2015

Campeão Segunda Divisão 1962

Campeão Torneio Inicio 1983

Campeonato Brasileiro de 2000: Vasco Campeão

Em pé: Helton, Nasa, Jorginho, Jorginho Paulista, Fábio, Henrique, Odvan, Mauro Galvão e Júnior Baiano. Agachados: Juninho Paulista, Romário, Euller, Clébson, Viola, Paulo Miranda, Pedrinho, Juninho Pernambucano e Felipe.
A final do Campeonato Brasileiro de 2000 (Copa João Havelange), quase se transformou em tragédia. A partida entre Vasco e São Caetano, no Estádio de São Januário, seguia até os 23 minutos do primeiro tempo, quando, após uma confusão nas arquibancadas, o alambrado cedeu, o que acabou ferindo cerca de 100 pessoas.

Minutos se passaram, pessoas já haviam sido atendidas, policiais cercavam a área em que o alambrado fora derrubado, e o então vice presidente do Vasco, Eurico Miranda, e o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio, Eduardo Viana, queriam que fosse dado prosseguimento ao jogo. Mas o governador do Rio, Anthony Garotinho, solicitou ao árbitro Oscar Roberto Godoi que encerrasse a partida por medida de segurança.

Minutos depois de cancelada a partida pelo árbitro, jogadores do Vasco, por ordem da diretoria, foram a campo, pegaram a taça de campeão e deram a volta olímpica.

No dia 4 de janeiro de 2001, o estádio de São Januário é interditado, por determinação do Juiz Moisés Cohen, da 11ª Vara Cível do Rio. Com a medida, as arquibancadas ficaram impedidas de abrigar qualquer evento público.

Em reunião realizada em Porto Alegre, no dia 8 de janeiro de 2001, o Comitê Executivo do Clube dos 13 decidiu pela realização de uma nova partida entre Vasco e São Caetano, dessa vez no Maracanã, às 16 horas do dia 18 de janeiro.

Nos dias que antecederam a partida final, muito foi dito, inclusive Eurico Miranda, agora presidente do Vasco, alegou que o jogo foi encerrado por pressão da Globo, pois a emissora tinha que entregar a novela na sequencia da partida, além de acusar a emissora de ter ocultado informações sobre a queda de parte do alambrado. 

No dia do jogo o dirigente decidiu ironizar a Rede Globo. E o Vasco da Gama entrou em campo com a logomarca da concorrente SBT estampada no uniforme. A assessoria de imprensa do SBT assegurou que não havia sido informada sobre o uso de sua marca no jogo. Sílvio Santos estava nos Estados Unidos, onde mora, quando soube o que tinha acontecido, deu sua risada característica e disse: "Guarda essa fita que eu quero ver quando chegar."
Com a marca do SBT estampada no uniforme Romário é erguido e saúda a torcida.
O jogo começou com um forte calor na cidade do Rio de Janeiro, além do gramado irregular do Maracanã em que montes de areias foram tingidos de verde para tampar buracos e esconder a falta de grama em várias partes do campo. Juninho Pernambucano fez o primeiro gol do Vasco aos 29 minutos do primeiro tempo, Adãozinho descontou para o São Caetano aos 36 minutos, e Jorginho Paulista desempatou aos 39 minutos do primeiro tempo. Romário fechou o placar, com um belo gol, aos 7 minutos do segundo tempo. Os astros do São Caetano se apagaram e o título acabou nas mãos dos vascaínos que comemoraram o Tetra Campeonato Brasileiro.
O Vasco da Gama nada sofreu pela queda do alambrado e nem pelo uso indevido da logo do SBT. A ideia acabou sendo aprovada pela emissora do Silvio Santos que começou a veicular a frase no ano de 2001: "SBT o Canal Campeão"

Fonte: O Fluminense/ Folha de S.Paulo/ Tribuna da Imprensa/ Revista Placar/ Terra Esportes

Crateús Esporte Clube CE

No 17º dia do novo milênio, um grupo de desportistas locais decidiram criar um clube que pudesse garantir à localidade uma visibilidade maior no cenário esportivo cearense. Nascia assim, na cidade de Crateús, o Crateús Esporte Clube.

Verde, Amarelo, Azul e Branco foram as cores escolhidas para o novo clube. Chegou ao futebol profissional no ano de 2004, pela Terceira Divisão. Logo em sua primeira participação, o clube conquistou o título, após um quadrangular final que haviam Trairiense, Tinguá, e Horizonte.

Em 2006, pela Segunda Divisão Cearense, em meio a crise financeira e técnica, o clube fica na lanterna da competição entre 10 clubes, e acaba sendo rebaixado.

Após três anos de campanhas regulares na Terceira Divisão Cearense, o clube conquista o título em 2010.

Em 2011 o clube conquista um novo acesso, conquista o vice campeonato da Segunda Divisão e a inédita vaga na elite do futebol cearense.

Pela Primeira Divisão, em 2012, o Crateús foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE) e punido com a perda de 13 pontos por escalar de forma irregular os jogadores Erílson, Willian Carioca e Bruno Recife, em partidas que teriam de cumprir suspensões no Campeonato Cearense. A denúncia partiu do Ferroviário, que o livrou do rebaixamento e rebaixou o Crateús. Foram também rebaixados o Trairiense e o Itapipoca.

Em 2016, o Crateús, que disputava a Segunda Divisão, foi rebaixado por não apresentar protocolo ou certidão de regularidade de FGTS em tempo para a Federação Cearense de Futebol, prazo esse que seria vinte dias antes do início do campeonato.

Após uma breve paralisação das atividades em 2017, o clube retorna em 2018 na disputa da Terceira Divisão Cearense. O clube é eliminado na Segunda Fase, ficando em 5º lugar entre 9 clubes.

Fonte: Diário do Nordeste/ Futebol Cearense/ Crateusec.com.br/ RSSSF Brasil

Estrela do Norte Futebol Clube ES

No dia 16 de janeiro de 1916, em local próximo ao Colégio Liceu Muniz Feire, em Cachoeiro de Itapemirim, Laurentino Lugon, Mário Sampaio, Orlando Nunes, Amphilófio Braga, João Viana, Estulano Braga, Deusdedit Cruz, Fernando Reis e Francisco Penedo fundaram o Estrella do Norte Foot Ball Club, nas cores verde e amarelo. Esse nome foi dado pelo fato do clube ter sido fundado na Zona Norte da cidade.

Sua primeira sede foi erguida onde é hoje o Tiro de Guerra 01-012, na avenida Pinheiro Júnior, no bairro Ibitiquara. Suas primeiras partidas foram realizadas nas dependências do Colégio Liceu Muniz Feire. A atual sede, no bairro Sumaré, foi inaugurado na década de 1930.

O clube obteve dois Campeonatos Capixaba da Segunda Divisão (1996 e 1999) e três Copa Espírito Santo (2003/04/05), mas sua maior conquista foi em 2014, 98 anos após a sua fundação, em final disputada contra o Linhares FC, o clube conquista seu inédito título estadual da Primeira Divisão.

Fonte: Revista Sport News/ Futebolcapixaba.com/ Maranhaoesportes.com/ Brasileiroseried.blogspot.com/ Futebolcapixabaes.blogspot.com/ 
Futebol Nacional/ RSSSF Brasil

Campeonato Paulista de 1955: Santos Campeão

Em pé: Ramiro, Urubatão, Hélvio, Formiga, Manga e Feijó. Agachados: Tite, Negri, Álvaro, Del Vecchio e Pepe.
Após vinte anos de jejum, o Santos conquista o Campeonato Paulista de 1955. Conforme o regulamento jogavam todos contra todos em dois turnos, o maior pontuador seria o campeão.

Santos e Corinthians disputavam o título na última rodada, estavam com 38 e 37 pontos respectivamente. Ambos precisavam da vitória, mas o Corinthians precisava também de uma derrota do Santos para se sagrar campeão.

Na rodada anterior o Corinthians já havia vencido o Santos por 3 a 2 na Vila Belmiro, o que acendeu as esperanças dos corintianos em busca do bicampeonato.

Na última rodada, no dia 15 de janeiro de 1956, o Corinthians vencia o Palmeiras por 2 a 0. Jogando em casa, o Santos conquistou o título com uma vitória sobre o Taubaté por 2 a 1. 
O Taubaté deu trabalho para a equipe do Santos, sobressaindo durante quase toda a luta nas coberturas da defesa. A torcida santista conseguiu vibrar pela primeira vez, quando Álvaro, conseguiu vencer o goleiro Floriano, aos 15 minutos do primeiro tempo, e inaugurar o marcador. No segundo tempo veio o empate, com gol de Berto, aos 9 minutos para o Taubaté. Aos 20 minutos, Pepe assinala nova vantagem para o Santos. E assim ficou: 2 a 1 para o Santos. A torcida invade o gramado para comemorar o segundo título paulista da sua história.

Fonte: Correio Paulistano (SP)/ A história do Campeonato Paulista/ Blog do Célio Pegoraro/ RSSSF Brasil/ Futebol Nacional

Mundial de Clubes de 2000: Corinthians Campeão

O Corinthians conquistou, no dia 14 de janeiro de 2000, o primeiro título mundial interclubes promovido pela Fifa, ao vencer o Vasco por 4 a 3 nos pênaltis, após empate de 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.

As cobranças de pênaltis seguiram empatadas até 2 a 2, Romário e Alex Oliveira converteram para o Vasco, Rincón e Fernando Baiano marcaram para o Corinthians. Na terceira cobrança Luizão colocou os paulistas na frente, Dida defendeu a cobrança, no canto direito, cobrado por Gilberto do Vasco. Edu converteu o pênalti para o Corinthians, ficando 4 a 2. Viola diminuiu o placar para o Vasco. Hélton defendeu a cobrança do Marcelinho Carioca, dando esperanças a torcida cruzmaltina. Permanecendo o 4 a 3, é a vez de Edmundo realizar a sua cobrança, o atacante pegou mal na bola chutando-a para fora. Com todas as cobranças do Vasco já realizadas, não haveria mais como alcançar o placar do time paulista. Festa no Maracanã da torcida corintiana, que compareceu em bom número ao estádio.

Fonte: Jornal do Brasil/ Jornal do Commercio/ O Fluminense

A fundação do Nacional Futebol Clube AM

Em 13 de janeiro de 1913, após uma reunião entre pessoas ilustres da cidade de Manaus, é fundado o Eleven Nacional Foot-ball Club, que anos depois mudaria de nome para Nacional Futebol Clube. Os fundadores eram dissidentes do Manaos Sporting Club, dentre eles estavam: Manuel Fernandes da Silva e José Marçal dos Anjos.

Em 1914 o clube passa a se chamar Onze Nacional Foot-ball Club após críticas recebidas do professor Coreolano Durand. No mesmo ano o clube retira o "Onze" do nome passando a se chamar: Nacional Foot-ball Club.

Fonte: Jornal do Commercio/ nacionalfc.com.br/ Futebol Nacional/ RSSSF Brasil
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