Mostrando postagens com marcador Michel McNish. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Michel McNish. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de março de 2020

Anhatomirim Foot Ball Club: O terror na ilha do Diabo

Fora de casa o Anhatomirim era mansinho. Quando estava em seus domínios, porém, o couro comia. O tima jogava na ilha homônima, onde os portugueses construíram uma fortaleza para proteger a Ilha de Santa Catarina (a parte insular de Florianópolis).
Fazendo jus ao nome – “pequena ilha do diabo”, em tupi -, a equipe local tocava o terror. Os adversários eram avisados que, se ganhassem, suas embarcações seriam colocadas à deriva, impedindo seu retorno. Entre voltar a nado ou pernoitar lá, arriscando a topar com algum fantasma das lendas da área, os visitantes acabavam amolecendo nos confrontos. Não à toa, bastou que policiais começassem a acompanhar as delegações e que o juiz fosse um militar que a fase boa do Anhatomirim Foot-ball Club terminasse.

O clube foi refundado em 30 de julho de 1923, com mais seriedade, o clube participou do Campeonato Catarinense de 1925, sua única participação no estadual.

Ilha de Anhatomirim no Google Maps
DADOS DO CLUBE
Nome: Anhatomirim Foot-ball Club
Fundação: 30 de julho de 1923
Endereço: Rua Deodoro, 20, Florianópolis (SC)

Nome: Sport Club Recreativo Anhatomirim
Fundação: 3 de abril de 1919
Endereço: Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, Ilha de Anhatomirim, Florianópolis (SC)
Cores: Vermelho e Branco
Fica como curiosidade o escudo, que ainda é desconhecido
Fonte: Almanaque do Futebol Catarinense/ 100 Anos de História do Futebol Catarinense/ Pinterest/ Google Maps/ Jornal República/ O Estado

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Pytaguares Foot-Ball Club de João Pessoa PB

O Pytaguares Foot-Ball Club foi fundado em 7 de setembro de 1916, seu campo localizava-se no bairro Tambiá, região ao norte da Cidade de João Pessoa (PB). Disputou o estadual paraibano entre 1919 e 1938, exceto em 1922 quando a Liga Desportiva Paraibana estava licenciada. 

Sem calendário em 1922 foi disputado o chamado “Torneio do Centenário” que o clube tornou-se campeão.

Pytaguares Campeão do Centenário de 1922: Otaviano, Zé de Monica, Sorrentino, Pires I, Romano, Grandim, Januncio, Patrício, Aurélio, Pires II e Nino (não está na ordem da foto).

Time de 1916: Leocádio, Soldadinho e Pedro; Norberto, Aguiar e Caetano; Henrique, Augusto, Ismael, Maciel e Medalha.

Time de 1924: Randulpho; Patricio e Amorim; Siba, Gradin e Romano; Alfredo, J Vicente, Elpídio, Pantaleão e Almir.

Fonte: A História do Futebol Paraibano de Walfredo Marques/ O Jornal/ Campo de Ação/ Acervo Paulo Sérgio de Marco Regatieri

quarta-feira, 31 de julho de 2019

União do Vale Esporte Clube de Juquiá SP

O União do Vale Esporte Clube foi fundado no dia 1º de fevereiro de 2000. O clube foi o primeiro time profissional da cidade de Juquiá, disputando uma única vez a extinta Sexta Divisão Paulista (Série B3) em 2001. Pela competição o Papagaio do Vale surpreendeu, conseguiu a classificação na primeira fase, mas por restrição na capacidade do estádio perdeu a vaga que conquistou em campo para a segunda fase da disputa. Depois dessa quase classificação, a equipe desistiu das disputas organizadas pela Federação Paulista e acabou se extinguindo. Foi em Registro que o União do Vale mandava seus jogos, no Estádio Municipal Brigadeiro do Ar Alberto Bertelli com capacidade para 8 mil pessoas.

Ficha do clube
Nome: União do Vale Esporte Clube
Fundação: 1º de fevereiro de 2000
Endereço: Rua 10 de Abril, 80, sala 5, Juquiá (SP), CEP 11800-000
CNPJ: 04.327.853/0001-93
Mascote: Papagaio do Vale
Estádio: Municipal Brigadeiro do Ar Alberto Bertelli (Registro-SP)
Capacidade: 8000 pessoas

Fonte: Bola Paulista/ CNPJ Brasil/ Livro Ilustrado "Futebol Paulista - 100 Anos"

domingo, 5 de maio de 2019

domingo, 31 de março de 2019

Atual escudo da USATI de São João Batista SC

A USATI Sociedade Desportiva surgiu dando continuidade a história da USATI Social Esportivo (existiu nas décadas de 50 e início da década de 60, disputou o Campeonato Catarinense de 1964, pela 2ª Zona - Região Norte)  e posteriormente o USATI Social e Recreativo (em atividade após 1965 até os anos 2000, fechado por problemas financeiros).

USATI é a sigla para Usina de Açúcar de Tijucas. Todos os seus jogos em casa eram disputados no Estádio Municipal Valério Gomes Neto.

O USATI SD está filiado a Fundação Batistense de Esportes (FUBE) e disputa desde 2017 a Segunda Divisão de São João Batista (SC).

Fonte: Facebook da USATI/ Rádio Super FM 99,9/ Fundação Batistense de Esportes (FUBE)/ Jornal O Estado/ Futebol Nacional

domingo, 24 de março de 2019

Todos os Operários de Mafra SC - parte 3: Esporte Clube Operário de Mafra SC

Escudo do Esporte Clube Operário de Mafra a partir de 2015
O atual Esporte Clube Operário de Mafra foi fundado em 31 de janeiro de 2007 como Associação Esportiva Cultural Ferroviário Capivariense, na cidade de Capivari de Baixo, sul do estado. A medida serviu para economizar com gastos na inscrição de um novo clube junto a Federação Catarinense de Futebol, assim o clube foi refundado em 16 de junho de 2011 como Esporte Clube Biguaçu, disputou a Terceira Divisão do Campeonato Catarinense onde foi campeão em sua reestreia.

Em 2013, alegando falta de investimento da região ao futebol profissional, o clube muda-se para a cidade de Canoinhas, reativando o nome fantasia do extinto Clube Atlético Canoinhas. Na disputa da Segundona o Canoinhas acaba ficando na 9º colocação entre 10 clubes.

O Canoinhas muda para a cidade de Mafra, em 2015, adotando o nome Esporte Clube Operário de Mafra, herdando assim a torcida do Clube Atlético Operário e do SER Operários Mafrenses. Com essa dominação o clube ficou na 9ª colocação entre 10 clubes da Segunda Divisão do Catarinense, escapando do rebaixamento.

Em 2016 disputa a Segunda Divisão na cidade de Itaiópolis, no estádio 16 de Abril, 30 quilômetros da sua torcida.

Ainda em Itaiópolis, e com pouca torcida, após uma sequencia de péssimas campanhas (foi 7º em 2017), o clube fica em 10º lugar na Segunda Divisão e acaba sendo rebaixado. No mesmo ano o clube disputou a Copa Santa Catarina e também ficou em último lugar entre 12 clubes.

Ficha do clube
Nome: Esporte Clube Operário de Mafra
Fundação: 16 de junho de 2011
Endereço: Rua Quintino Bocaiuva, 1472, Jardim do Moinho, Mafra (SC), CEP 89300-000
CNPJ: 08.766.329/0001-70

Fonte: O Estado/ Acervo Miguel Luiz/ Click Riomafra/ Gazeta de Riomafra/ Cidade 1380 AM/ Globo Esporte SC/ Hora de Santa Catarina/ Portal São Francisco/ Revista Placar/ CNPJ Brasil/ RSSSF Brasil/ Futebol Nacional

quarta-feira, 20 de março de 2019

Todos os Operários de Mafra SC - parte 2: Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses

Escudo da Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses na década de 90
A Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses foi fundada em 12 de setembro de 1897 com o nome de Club Zeppelin, na região que fazia parte da cidade de Rio Negro (PR), antes da mudança dos limites entre os dois estados, Paraná e Santa Catarina. A partir de 1894, a questão dos limites do estado do Paraná  e de Santa Catarina esteve em contestação. Esse caso foi resolvido em 1917 quando foi restaurado o território do agora município de Mafra ao estado de Santa Catarina. 

O nome do clube foi uma homenagem ao Conde alemão Ferdinand Von Zeppelin (1838-1917), que foi pioneiro no desenvolvimento de dirigíveis rígidos no início do século XX. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, o governo Getúlio Vargas instituiu decreto que proibia a qualquer entidade o uso de nomes relacionados aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), sendo assim, o clube passou a se chamar Sociedade Protetora dos Operários Mafrenses, sendo uma associação sindical com práticas esportivas.

Em 1991, administrada pelo agora Clube Zeppelin (não se tem registros de quando o clube voltou a adotar o antigo nome), o clube chega ao profissionalismo disputando a Segundona Catarinense, agora com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses, onde ficou até 1993.
Escudo da Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses entre 2003 e 2005, o clube manteve a sigla CAO por influência do antigo CA Operário.
Retornou na Segunda Divisão em 2003 sendo eliminado pelo União Timbó nas Quartas de finais. Disputou a Terceira Divisão em 2004, sendo também eliminado nas quartas pelo Fraiburgo. Em 2005 chegou as semifinais, sendo eliminado pelo Próspera, ficando assim em 4º lugar. Retorna somente em 2009 quando chegou ao quadrangular semifinal, ficando em 3º lugar em sua última participação.
Escudo da Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses em 2009
Atualmente o clube, que ainda existe, é a razão social do Clube Zeppelin onde possui sua sede social no Centro de Mafra com ginásio de esportes e um centro comercial.

Ficha do clube
Nome: Sociedade Esportiva e Recreativa dos Operários Mafrenses
Fundação: 12 de setembro de 1897
Endereço: Rua Felipe Schmidt, 1000, Centro, Mafra (SC), CEP 89300-000
CNPJ: 85.134.419/0001-99

Fonte: O Estado/ Acervo Miguel Luiz/ Click Riomafra/ Gazeta de Riomafra/ Cidade 1380 AM/ Globo Esporte SC/ Hora de Santa Catarina/ Portal São Francisco/ Revista Placar/ CNPJ Brasil/ RSSSF Brasil/ Futebol Nacional/ Palmeiras.com.br

domingo, 10 de março de 2019

Todos os Operários de Mafra SC - parte 1: Clube Atlético Operário

Escudo do Clube Atlético Operário na década de 70
No dia 12 de outubro de 1920 surge o Operário Sport Club, fundado por um grupo de funcionários da Viação Férrea que começam a jogar num campo improvisado ao lado do galpão das locomotivas.

Junto com Pery (Mafra), América (Mafra), Rio Negro (Mafra), Três Barras (Três Barras), Canoinhas (Canoinhas) e Bandeirantes (São Bento do Sul) fundam a Liga Esportiva Catarinense em 1937, competição que serviu para indicar o campeão para a disputa da etapa da Zona Norte do estadual.

Com o desaparecimento do Operário Sport Club, é fundado no dia 8 de dezembro de 1940 o Clube Atlético Operário. O clube foi campeão pela primeira vez da Liga Esportiva Catarinense em 1947 o que deu o direito de disputar o estadual. Nessa competição haviam: América (Joinville), Palmeiras (Blumenau) e o Paula Ramos (Florianópolis). O clube perdeu a semifinal para o América de Joinville ficando assim com a 3ª colocação.

O Clube Atlético Operário só voltaria a disputar o estadual em 1956. O campeonato nesse ano foi dividido em dois grupos: a Divisão Especial com 10 clubes profissionais e Divisão de Amadores com 13 clubes amadores. O Operário participou da Divisão de Amadores.
Escudo do Clube Atlético Operário na década de 60
Em 1964 disputou o Estadual pela Zona Central (3ª Zona), não chegando a fase seguinte. Em 1977 o clube se profissionalizou, disputou o estadual ficando na 18ª colocação entre 20 clubes. Disputou ainda o estadual de 1978 ficando em 7º lugar. Para o estadual de 1980 o clube adota o nome de Mafra Atlético Clube no dia 21 de setembro de 1979, encerra a competição na 13ª colocação entre 15 clubes. A partir daí o Clube Atlético Operário disputou apenas competições amadoras e atualmente está licenciado.

Ficha do clube
Nome: Clube Atlético Operário
Fundação: 8 de dezembro de 1940
Endereço: Rua Quintino Bocaiuva, 1472, Jardim do Moinho, Mafra (SC), CEP 89300-000
CNPJ: 12.196.015/0001-56

Fonte: O Estado/ Acervo Miguel Luiz/ Click Riomafra/ Gazeta de Riomafra/ Cidade 1380 AM/ Globo Esporte SC/ Hora de Santa Catarina/ Portal São Francisco/ Revista Placar/ CNPJ Brasil/ RSSSF Brasil/ Futebol Nacional

terça-feira, 5 de março de 2019

Sombrio Esporte Clube de Sombrio SC


O Sombrio Esporte Clube foi fundado em 22 de julho de 1991, estreou no profissional em 1992 no Campeonato Catarinense da Segunda Divisão. Pela mesma competição ficou em 5º em 1993 e 1994 quando conseguiu o acesso. Em sua estreia na Primeira Divisão o clube ficou em último lugar entre 20 clubes. Participou ainda da Copa Santa Catarina de 1993 onde parou na Segunda Fase.

Ficha do clube
Nome:
Sombrio Esporte Clube
Fundação: 22 de julho de 1991
Endereço: Avenida Papa João XXIII, 115, Parque das Avenidas,  Sombrio (SC), CEP 88960-000
CNPJ: 80.991.524/0001-20


Fonte: Acervo Flaec Michels/ Futebol Nacional/ RSSSF Brasil/ CNPJ Brasil/ Receita Federal do Brasil/ Blog Willian Pereira Sombrio/ Jornal Amorim

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Clube Atlético Guarany de Florianópolis SC

O clube foi fundado no dia 6 de fevereiro de 1945 em Florianópolis (SC). Disputou o Campeonato Citadino de Florianópolis entre 1950 e 1968. Foi Campeão da Cidade em duas oportunidades: 1966 e 1968. Disputou o Campeonato Catarinense em 1965.

Fonte: Acervo José Silva Lohmeyer/ RSSSF Brasil

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Associação Sãobentense de Atletismo de São Bento do Una PE

O ASA é a Associação Sãobentense de Atletismo, clube foi fundado em 5 de janeiro de 1961 na cidade de São Bento do Una (PE). Participou por duas vezes a Terceira Divisão Pernambucana, em 1999 e 2002.
Fonte: Facebook do Asa de São Bento do Una PE/ Futebol Nacional

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Santa Cruz Sport Club de João Pessoa PB

O Santa Cruz Sport Club de João Pessoa (PB) disputou os Campeonatos Paraibanos de 1931 e 1932. Após anos licenciado, retorna com a nova grafia Santa Cruz Esporte Clube, e disputa a Terceira Divisão Paraibana em 1962.

Fonte: A História do Futebol Paraibano/ Futebol Nacional

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Sol Levante Esporte Clube de João Pessoa PB

O Sol Levante Esporte Clube, fundado no dia 16 de março de 1932, em João Pessoa (PB), disputou por cinco anos o Campeonato Paraibano: 1933 a 1937. Sua melhor colocação foi na sua estreia em 1933 quando ficou em 3º lugar.

Fonte: A História do Futebol Paraibano/ Futebol Nacional

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Taça Brasil de 1963: Santos Campeão

No dia 28 de janeiro de 1964, Bahia e Santos jogavam a segunda partida da final da Taça Brasil de 1963 no Estádio da Fonte Nova em Salvador. O Santos já havia goleado o Bahia na primeira partida por 6 a 0 no Estádio do Pacaembu no dia 25 de janeiro. Ambos precisavam da vitória, o Bahia pra forçar a terceira partida e o Santos para sagrar-se campeão.

O Bahia correu muito para tentar conquistar a vitória, principalmente no início da partida, mas muitas chances foram desperdiçadas por seus jogadores. Foram nos pés de Biriba que nasceram os bons lances do clube baiano, mas acabaram deixando por certo tempo o goleiro Gilmar, do Santos, sem por as mãos na bola. O empenho do Bahia foi o suficiente para o clube não levar uma goleada como ocorreu no primeiro jogo.

Os únicos gols da partida foram feitos por Pelé. O jogador carregou a bola tranquilamente e apenas chutou no canto, marcando o primeiro. O segundo veio de falta, Pelé cobra e o goleiro Nadinho, do Bahia, falha, finalizando o placar.

Com a vitória o Santos conquista o Tricampeonato da Taça Brasil. O Bahia conquistou a vaga na Copa Libertadores da América, pois o time paulista já havia conseguido a vaga por ser o atual campeão continental.

Fonte: Terra Esportes/ Gazeta Esportiva/ Jornal do Brasil/ Jornal dos Sports/ Muzeez

domingo, 27 de janeiro de 2019

Romário estreia pelo Flamengo em 1995

Romário já não era o mesmo no Barcelona após o Tetra Campeonato do Brasil na Copa do Mundo nos Estados Unidos. O craque só tinha uma coisa em mente: Voltar ao Brasil. Veja como foi o histórico retorno do jogador:

4 de janeiro de 1995
O presidente do Flamengo, Kleber Leite, embarcou no final da noite do para Barcelona, com o objetivo em contratar Romário.
6 de janeiro de 1995
Confirmou-se para dia 12 de janeiro a vinda de Romário para o Flamengo.
7 de janeiro de 1995
Jogo entre Barcelona e Real Madrid, no Estádio Santiago Bernabeu, foi o último de Romário com a camisa do clube catalão. O Real Madri venceu a partida por 5 a 0.
12 de janeiro de 1995
Romário de despede dos seus companheiros de Barcelona.
Carreata do aeroporto até a Gávea
14 de janeiro de 1995
Com um beijo na camisa 11 rubro-negra, Romário marcou sua chegada ao Rio. O jogador desembarcou às 7h05m e seguiu pelas ruas sob um caminhão a caminho da Gávea onde já era aguardado.
Vanderlei Luxemburgo e Romário, na apresentação do craque
20 de janeiro de 1995
Romário realiza seu primeiro treino no Flamengo, juntamente com o também tetracampeão Branco, a nova contratação, na cidade de São Lourenço (MG). Cerca de 2 mil pessoas compareceram ao treino.
22 de janeiro de 1995
O Flamengo realiza amistoso contra o Esporte Clube São Lourenço e vence por 6 a 0, Romário e Branco não participam do jogo.
Romário estreia com a camisa número 100
27 de janeiro de 1995
Romário estreia no Flamengo, utilizando a camisa de número 100, em comemoração do centenário do clube. O jogo foi contra a Seleção do Uruguai, no estádio Serra Dourada em Goiânia (GO). O jogo terminou em 1 a 1, gols de Nélio (Flamengo) e Diego Dorta (Uruguai).


Fonte: Lance!/ Jornal do Brasil/ Jornal dos Sports/ O Curioso do Futebol

sábado, 26 de janeiro de 2019

Maranhão Atlético Clube de São Luís MA 1969-1970


Escudo utilizado pelo Maranhão Atlético Clube de São Luís (MA) nos anos do bicampeonato de 1969 e 1970.

Fonte: Futebol Maranhense Antigo

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Desportiva Bandeirante de Núcleo Bandeirante DF

O clube nasceu Demabra Esporte Clube em 8 de novembro de 1975, com essa denominação participou da Copa Arizona de 1975 e do Torneio Imprensa de 1977. 

Mudou de nome em 5 de maio de 1977 para Desportiva Bandeirante, participou do Campeonato Brasiliense no mesmo ano ficando com a vice colocação. Em 1978 perdeu a decisão do Torneio Incentivo para o Corinthians de Brasília, torneio esse que o clube voltou a disputar somente em 1980, em sua última competição.

Nome: Desportiva Bandeirante
Fundação: 5 de maio de 1977
Endereço: Avenida Central, Lote F, 19, Área Especial, Núcleo Bandeirante (DF), CEP 71710-585
CNPJ: 00.434.670/0001-16

Fonte: Acervo Lucas Maia/ Correio Brasiliense/ Futebol Nacional/ CNPJ Brasil/ BN Digital

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Kilowatti Futebol Clube de Maceió AL

O Kilowatti Futebol Clube da cidade de Maceió participou uma única vez do Campeonato Alagoano, em 1962, ficando na penúltima colocação entre 10 clubes.

Fonte: Acervo Ataíde José dos Santos/ Futebol Nacional

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Primeiro escudo do Club Sportivo Payssandu de Brusque SC

Esse é o primeiro escudo do Club Sportivo Payssandu de Brusque (SC), fundado em 30 de dezembro de 1918. Com a mudança da grafia o clube passou a se chamar Clube Esportivo Paysandu.

Fonte: Diplomata FM

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Campeonato Catarinense de 1932: Figueirense Campeão

Figueirense Football Club, Campeão Catharinense de 1932
Figueirense e Brasil de Blumenau fizeram a decisão do Campeonato Catarinense de 1932. Participou também da fase final do estadual o Brasil de Tijucas, campeão da Região do Vale do Rio Tijucas.

O Brasil chegou como campeão da Região Norte e Vale, competição onde ainda haviam: Caxias (Joinville), Bom Retiro (Blumenau), Pery (Mafra) e Brusquense (Brusque). A final regional foi contra o Bom Retiro, no campo da Sociedade Ginástica, com vitória do Brasil por 4 a 1.

O Figueirense veio por conta do título Citadino de Florianópolis, depois de um jogo desempate contra o Avaí, vencendo por 2 a 0, no Campo da Liga FCD (posteriormente chamado de Estádio Adolfo Konder).

Citadino de Florianópolis - Final
20/11/1932
Avahy 0x2 Figueirense
Zona Norte - Final
11/12/1932
Brasil (Blumenau) 4x1 Bom Retiro (Blumenau)
Região de Tijucas - Final
??/??/1932
Brasil (Tijucas) ?x? ??????

Fase Final
11/12/1932
Brasil (Tijucas) 1x4 Figueirense
18/12/1932
Brasil (Blumenau) 6x3 Brasil (Tijucas)
08/01/1933
Figueirense (1)0x1(1) Brasil (Blumenau) [Cancelado]

O Brasil entrou em campo, na decisão do estadual, com o jogador José Soares, que veio do Caxias de Joinville, que por sua vez era do Palestra Itália de Curitiba. O Brasil, entretanto, não havia conseguido o passe do jogador. 

No início de janeiro de 1933, um dos diretores do Caxias recebeu uma ligação do presidente do Brasil de Blumenau solicitando o passe do jogador José, para a disputa da final do campeonato estadual. O diretor do Caxias respondeu ao presidente do Brasil que não era possível ceder o passe, sem antes que José acertasse as contas com o time alvinegro. Mesmo assim José Amorim apresentou-se ao Brasil para a disputa da decisão do Catarinense. De todos os lados veio reclamações a Federação Catharinense de Desportos sobre esse fato.

A dívida do jogador é referente a vinda dele do Palestra Itália para o Caxias. O jogador transferiu-se para Joinville sem o devido conhecimento do clube curitibano. Para seguir com a transferência para o Brasil de Blumenau o Caxias teria que findar as dívidas referente ao passe do jogador.

Dias após a decisão, do dia 8 de janeiro, a Federação Catharinense de Desportos cassa o título do Brasil. Remarca nova partida para o dia 22 de janeiro e permite que o jogador José atue caso conseguisse o seu passe junto a diretoria do clube de Joinville.

Os dirigentes do Brasil se empenharam para conseguir liquidar a dívida do jogador, assim, assinaram notas promissórias no valor de 1500 Contos de Réis (1:500$000) que representava a dívida do jogador ao Caxias e deste para o Palestra Itália (PR).
Fonte: O Estado/ República/ A Notícia/ O Dia/ Correio do Paraná/ Blog Adalberto Day/ Almanaque do Futebol Catarinense/ Figueirense.com.br